jYvan Marzin que nous remercions du fond du coeur pour son excellent travail bénévole (juillet 2002).

TOUT EN BAS! Ascenseur express

Terra sagrada testou para vocês :

A vigarice do cabo do mundo 

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Testemunha de Isabel ex secretária da associação Tzamarenda de Chambly

Carta de Tereza Shiki, mulher Shuar, junho 2006 - Testumunha de Éric Gerber, maio 2006

Imaginem. Propõem-lhe ir passar 5 meses ao cabo do mundo, em Equador para ser exacto, no meio do povo Shuar (Jivaro) dito de "Yawints" e de lhe ensinar os mistérios da floresta virgem numa estrutura chamada "Universidade das ciências ancestrais". Tudo isto por só 750 euros fora a viagem. Fica tentado por a aventura e lá vai ingénuo.

Então descubrirá assim que chegar, que o sitio onde vai a passar cinco meses da sua vida é unicamente uma cabana isolada, especialmente contruida para receber os occidentais, a uma hora só a pé da povoação mais proxima, quer dizer numa floresta de replantação e não na floresta primária.

Nem aldeia, nem alma que viva, nem povo, nem familias que vivem là, nem mulheres, nem ciranças. Unicamente um macaquinho atado a uma corda e Tzamarenda o "Xefe", o "xamane", não se sabe, e alguns dos seus parceiros indo e vindo, vivendo na cidade com maneiras occidentais, comprando todo o necessário do día a día no supermercado da esquina, tratando-se com medecinas quimicas, usando telefone e internet. Uma grande decepção !

Sobreduto cuando lógo que se põe o pé no chão na chegada do autocarro, le pedem a totalidade dos 750 euros, em dinheiro liquido.

Pois estes Shuars, de "Yawints", não vivem nada tradicionalmente. Eles já não caçam quase nada, nem pescam. Eles também não trabalham. No entanto eles vivem uma vida doce. Porque formaram a Associação Y.A.M.I. (Yawints Arutam Mura Internacional) destinada a fazer entrar pázadas de moedas. Eles encontraram um bom filão e o exploram, mas de que maneira. O "mensageiro" deles, Tzamarenda, percorre o mundo para encontrar boas almas. E até mesmo associações se deixaram apanhar recolhendo fundos e fazendo doações para ajudar eses pobres indios.

Nestas condições, que pode ensinar-nos Tzamarenda, grande abençoador de estadios frente ao divino, e a sua universidade equatoriana ?

Enfim, é bem o senhor dólar que está agachado lá na entrada da profunda floresta e que o espéra de pé firme. Nada de muito espiritual.

Não deia nada, não vá para lá. Pense, sería bonito de mais ! Acontéce que é uma vulgar vigarice. Estes shuars, de "Yawints", já não reduzem as cabeças mas as bolsas. Sam charlatães.

Os verdadeiros, os puros, não é assim facil de os encontrar.

Michel WALTER

Para Terra sagrada, a 2 de maio de 2006

 

SAI, ZICA! Tzamarenda Naychapi. O xamã equatoriano deixou os Andes rumo à Alemanha com a missão de acabar com a urucubaca nos estádios da Copa do Mundo. Na foto divulgada pela AFP, ele manda o mau agouro para escanteio no Commerzbank Arena, em Frankfurt.

A Bela e a Fera na Alemanha. A Miss Equador Katty Lopez e o Shuar Tzamarenda Naychapi visitam os estádios onde se desenrolará a Copa du Mundo 2006 num percurso de viagem promocional. Aqui estam a pousar para os médios de comunicação a frente do parlamento berlinês.

 

De Isabel Milheiro, 24 de maio 2006 :

Bom dia a todos,

Estiveram em contacto com o amérindio Shuar do Equador Amazonía Abrán Tzamarenda Naychapi Estalin, de Palora Puyo Pastaza /Morona Santiago (Mura Yawints'), seja numa conferência, seja por o intermédio do seu grupo de conhecimentos.

Estamos procurando chamar a sua atenção sobre o acontecido que o gorjeiro dele não é semelhante à sua plumagem...

Tem efeito que o conhecemos desde 2004 e constatamos que esta pessoa utilisa a dolorosa causa ambiental e social amazoniãna para levar a sua obra em conta pessoal daqual nem temos nem o inicio nem a finalida. De uma coisa só temos a certeza a nossa ajuda não é utilisada como previsto e a mensagem que traz. Assim mesmo como nem ele nem a sua família não vivent à maneira ancestral como o faz crer. Visto estas descubertas, em vez de se mostrar conciliante, o "messangeiro" prefire usar de pugnacidade, arrogancia, desenterese, virar costas classificando-nos de ignorantes e rumo na ronda de outros "pavões", isto com una total falta de respeito para os que o ajudaram do fundo do coração et na urgência. Em vez de se justificar, prefire culpabilizar-nos e ir-se em busca de outra perfeita gente de boa vontade, que vai atisanto uns contra os outros, pretextando que nós só somos brancos destruidores, preferindo o dinheiro à fraternidade e que o nosso dinheiro é dinheiro sujo.

Este Shuar permite-se de fazer tudo e no importe o quê, nós temos que perdoar tudo, porque temos tudo de máu, somos os brancos que não compriendemos nade, causa de tudo o que lhes chega e quando nos permetimos de ser avisados e fechar a torneira, até temos direito a insultas, é a nossa vez de passar por « sujos aderentes » e assim para a frente, como ele diz, está em caminho. (Da multiplicação de pavões, que acabam por calaren-se ou por vergonha ou por medo). Estamos muito longe da filosofia amérindia...

Pois é pena, porque ele é um elemento de um conjunto perigoso e perjudicativo, para o povo Shuar, que ele utilisa vestindo-se com trajes folclóricos que nunca os antigos shuares utilisaram. O povo está com real dificudade e nisso ficará tanto que este genro de personagens duraram.

E mais, ele usa de maneira dramática, colhendo as almas sensiveis e utilisando uma causa que ele não defende em nada. Se estamos em erro que deia a prova, é tudo o que lhe pedimos, mas ele prefire responder com ataques e insultas. Nada de justificações da utilisação dos fundos recebidos nem de um real trabalho local. O que constatamos por encuanto é que ele enche os seus bolsos e que faz muito folclore. Se não pode justificar a utilisação destes fundos, é porque léva uma vida de fidalgo, enquanto vocês trabalham para enviar-lhe dinheiro.

As somas sam incalculaveis, milheiros e milheiros de dolares, certamente uma vigarice internacional sem igual no mesmo tema !

Queremos dar-lhes esta informação para que haja um melhor futuro.

Isabelle Milheiro, mpmi@libertysurf.fr

Ex Secretária da Associação Tzamarenda de Chambly 60230 France.

Carta aberta de Isabel ao Mensageiro Shuar do Equador ( ?!) Tzamarenda Naychapi, que é um amérindio bem pouco sabio, sans estado de alma e sem arrependimentos !

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De Isabel Milheiro a 3 de maio de 2006 :

O tribunal deu-me razão ontem no deliberado a 2 de maio de 2006, depois da audiencia em 4 de abril por causa de uma ligeireza de papeis ! Isto devia por-me encantada, mas nem isso...

Cuando te cruzei a 10 de julho de 2004, eras portador de uma mensagem. Uma grande mensagem. Foi o que tu me fizeste crer et foi nessa mensagem que acreditaram todas as pessoas que se mobilizaram para ajudar-te. Totalisei entre Chambly, Marselha, Suiça et nós, só os montantes conhecidos de mim, recebeste de nós mais de 40 000 euros, en um ano. Já é uma bella conta ! Mas a esta se deve somar as contas que não conheço, dos outros grupos de França, Suiça, Alemãnha, Espãnha, etc.

Está tudo bem para ti ? A vida é bela ? Tu podes permetir-te "jogar" como dizes. Eu não, nem tenho tempo, nem vontada.

Gostarias desembaraçar-te de estas barafundas como se fosse um lenço de papel sujo, fazendo passar quem te desarranja, por malucos, maus, frustrados, etc. Estas qualidades sam as tuas, o que me anima a mim, é que os fabricantes de lenços se atacaram a lotes de floresta antiga e tansformam essas árvores en lenços de papel e tu não os defendes como o fazes crer.

Está claro, ajudamos-te da nossa propia vontade, mas ajudavamos un POVO Primeiro da grande Amazonia, ameaçado e en GRANDE PERIGO, representada por o seu Mensajeiro Abrán Tzamarenda Naychapi Estalin. Mentiste-nos. Demos com o nosso GRANDE CORACAO e tu fizeste vento dos nossos dons. Que fizeste com todo ese dinheiro ? Porque não envias as faturas do hospital, das analisis, da salvaguardia dos territorios, das compras de materiais escolares, etc ? Se os utilizaste para outra coisa diz em quê, simplesmente.

Por o momento ainda não te reclamei os dons. Só te pedi de justificar uma pequena parte de esta soma, porque tenho que justificala eu também à minha organização de reciclajem e isto te põe furioso, procuras por todos os médios a provar frustação, maldade e no sei quais outras estupidesas. Mas o TEU "jogo" a ti, tem um não sei quê de já ouvido ha tempos, com outra associação de Blois e mais outra em Montpellier... e Tarbes e as outras... A lista é comprida. Tu abusas toda a gente sobre os teus passos, até o teu propio povo.

Os primeiros 1500 $ que recebeste en setembro de 2004, foi dificil, mas acabaste por assinar um atestado e por um carimbo. Não te pedi nada mais. A tua furia e as tuas insultas que se empilham, só confirmam a tua má fé. E que descubro ? Que YAMI não existia antes de 2006 !

Porquê hoje só em pedirte um justificativo dos 1523 € de janeiro, que te permitiram tratar-te (talves), e os 1850 € de setembro, que te permitiram de viajar (com certeza) não encontram justificativo na associação Tzamarenda de Chambly ? É tam facil tirar uma fatura de compra de bilhete, e outra de compra do resto. Porquê tantos problemas surgem ? Porquê preferir responder com ataques ? Isto só prova que está  qualquer coisa que não está a funcionar bem e se qualquer coisa não está claro, o mundo enteiro deve saber isso.

Quando se « jóga », ou se ganha, ou se perde. 

 

 

O que eu penso, é que todos nós fomos muito conciliantes, compriensivos, pacientes, arranjadores, mas sobre tudo respondemos todos a teus pedidos de dinheiro em urgência. Imediatamente recebias a nossa ajuda do fundo do coração e o nosso apoio. Escrevemos ao Presidente da Républica, a todas as ONG, denunciamos, traduzimos... Atamo-nos ao teu combate... as tuas doenças... os teus territorios... e tu não havias de ter nada a justificar-nos ?! Tu desviaste-nos do nosso objetivo de ajudar a tua aldeia, as crianças, a escola, para ajudar-te a ti pessoalmente e tens a lata de acusar-nos de donadores sujos ! Se encontras que o nosso dinheiro é sujo, devolve-o para te purificares !

Toda pessoa humana mesmo guerreiro estaria chocado de esta situação, tu não. Então não ha nada de humano em ti, nem paz em teu espirito, nem amor no teu coração?

Meditação francêsa : « O que ha de terrivel com o dinheiro ganho no « jogo », é que se gasta primeiro e que se perde depois » (Tristan Bernard).

Troca a palavra dinheiro por amor, amizade ou fraternidade, é igual.

Isabel Milheiro

mpmi@libertysurf.fr

Para sempre Mensageira do Amor e da Paz, das coisas justas e boas.

 

 

Isto é um testemunho para os internautas que visitam Terra Sagrada e para os seus dinãmicos animadores.

Chãmo-me Éric Gerber, omniprático en medecinas energéticas desde 22 anos, activo em acções humanitárias desde 12 anos et conferencista desde 17 anos sobre o tema da consciencia celular e memórias celulares.

Encontrei, com um grupo de amigos, en 2004, Tzamarenda Naychapi Estalin, pretendido mensageiro do povo que vive na Amazonía Equatoriana que tem o seu futuro ameaçado pela exploração abusiva da floresta, pelos petroleiros que tem eles mesmo corrompido o governo. Era numa altura em que desejavamos alargar as nossas acções humanitárias para o estrangeiro  com desejo de nos associarmos na salvação da planeta.

A mensagem de Tzamarenda fez eco nessa altura nas nossas esperanças e tomamos a decisão de organisar a viagem para essa comunidade no verão 2005, com duração de 4 semãnas. Fomos realmente tocados pelas condições deste povo e estando solicitados por Tzamarenda e o seu cunhado Tsere para a recuperação dos titulos de propriedade de territórios deles, fizemos, de verão a fim 2005, don de uma soma de dinheiro de 10 000 dolares. A pesar de isso, pudemos fornecer para a comunidade materiais de primeira necessidade, respondendo as espéras de suas mulheires, organisamos um sistema de apadrinhamento para os estudantes e finançamos a compra de um painel solar e uma bomba de água.

A traves de isto tudo, pude constatar numerosas incoerências entre o discurso de Tzamarenda et os actos realmente pousados. E voltando là no principio 2006, fiz uma  pequena investigação com as autoridades oficiais em Quito e deime conta que numerosos abusos de confiança foram cometidos por Tzamarenda. Como que o dinheiro enviado foi utilizado a fins pessoais por esta personagem, isto prejudicando o povo, que está realmente com necessidade.

Venho então, em acordo com os meus amigos, a denunciar todos estes abusos e a avisar todas as pessoas como nós mexidas pela fibra humanista, a manipulação que esta figura não deixará de tentar. Efectivamente, não somos os unicos em França e na Europa a ter sofrido isto.

Fico a disposição de todas as pessoas desejosas de mais pormenores para desdobrar mais este assunto, sabendo que foi para nós doloroso de chegar a este fim e que o nossa posicão actual foi maduramente pensada.

Éric GERBER 23.05.2006

gerberfrance@yahoo.fr

Carta a todos os amigos da Terra Sagrada e da Pacha Mama (Mãe Natural) e a todos os que vam a cruzar o caminho malintencionado de certas pessoas

Carta de Teresa Shiki, junho 2006.

Olá Estimada Amiga Isabelle, amigos, amigas, colégas, estimados escritores y leitores dos livros dos diferentes paises do mundo enteiro,

Dedico-lhes especialmente isto ao meu povo Shuar.

Faça chegar a minha mensagem e quero expreçar-me do mais fundo do meu coração, para espalhar o amor, paz e tranquilidade nos nossos corações. Que esta  mensagem chegue ao coração de cada um de vocês. A mensagem do Tarimiat Shuar: o povo das fontes e das cascadas.

Isto quer dizer "Shuar que tem a sua propia cultura y que vive con as suas tradições de suas raizes ancestrais. Que se identifica com sua lingua materna, Shuar Chicham. Que vive com o seu envolvo natural em armonía e o reparte com todos.

O Shuar vive sua propia cosmovisão, sua historia, onde se reflectam com suas caracteristicas y seus rasgos ancestrales. 

Tuma asar Shuartikia tuke awakachmaitji Tarimiat Shuar. Asar tuma asamtai chikich natsan awajtamkurin tsankurastiniati. Tunamu astutiatnuitji.

Recusamos complétamente a atitude nefasta de um sem vergonha dito Shuar, que nos envergonha frente ao mundo e as ONG internacionais. Estalin Tsamaren, conhecido por falseta Shuar, écrã de fumo negro, que nos desacredita frente à todos os irmãos Shuar. Esperamos que os nossos dirigentes Shuar tomen as decisões firmes y acabem com a corrupção e a má utilisacão de falsos documentos. É uma insulta ao verdadeiro povo Shuar.

Quero fazer conhecer a todos os leitores que os verdadeiros Shuares não sam um povo que confunde, nem que se embaraça, nós não somos palhaços transformados em bonecos, nem cómicos.

Avisamos-te, Estalin, que esta mensagem chegue até ás tuas orelhas para teu melhor conhecimento, o Povo Shuar, temos dignidade. Lembra-te que tudo o que causas de mal, o pagarás em vida.

Atenciosamente,

Teresa Shiki, tereshiki@yahoo.es

Fundação Omaere, www.omaere.net>.

Testemunha de Isabel ex secretária da associação Tzamarenda de Chambly

 

França, junho 2006

Caros amigos,

Sou uma das fundadoras da Associação Tzamarenda de França em outubro 2004, na qual ocupei o posto de Secretária até outubro 2005.

Esta associação foi originada porque Abran Tzamarenda Naychapi Estalin, de Palora, Puyo Pastaza, Parroquia 16 de Agosto, Équateur en Amérique latine chegou à França com um grupo de dança e musicos Shuaras. Participou em diversas conferências nas quais pedia ajuda, médios, dinheiro, em nome do povo Shuar. Ele nos fazia crer que era o mensageiro do povo Shuar que vivia na Amazonia équatorianna e que estava ameaçado de desaparecer por causa da esploração abusadora da floresta virgem pelos petroleiros. Mostrava videos das comunidades indias e pedia ajudas financeiras para ajudar o seu povo.

Visto tantos desastres, imaginamos uma Associação para as nossas acções benefiquem ao povo Shuar, principalmente as crianças e os estudantes de YAMI (Yawints' Arutam Mura Internacional), assim como para a "Universidade das Ciências Ancestrais", que como dito por ele estava conforme e legalmente inscrita no Registro das Escoles do Equador em Quito (?!). Entre todos os contactos, fizemos donações que ultrapassam 40.000 € (euros) num ano.

Ele nos enviava pedidos extremamente urgentes para ajudar a lutar contra uma pandemia de gripe nas aldeias Shuaras, 9.000 $ para pagar uma encomenda de comprimidos para a fébre, soma renegociada a 7.000 $, igualmente para tratar-se ele mesmo, muitas vezes doente, para tratar o seul problema de estomago e as suas numerosas hospitalizações. As somas que ele nos pedia oscilavam entre 1.000 y 4.000 $ sempre em urgência, caso de vida ou morte. Principalmente duas hospitalizações para operações do estomago e do coração, entre outras varias razões, por vezes pedidos sem sentido e sem razão, só no sentido de consiguir dinheiro rapidamente. Enganados muitas vezes, acreditavamos nas suas farças e enviamos-lhe as somas pedidas esperando pelos justificativos, mas nunca chegaram nem uma só factura dos gastos ; falta de tempo, correio que nunca chegava, e muitas e muitas desculpas... Então comecei a procurar e descubri que assim que recebia o dinheiro, o nosso mitomano hipocondriaco deixava o Équador para outros horizontes e encontrei-o nos momentos mais criticos de doenças ou invasões de territorios, en perfeito conferêncista em foros internacionais latino-américanos (Uruguay, Brésil), cantando e dançando, ou purificando Londres e agora ultimamente limpando os doze estadios do mundial 2006, dos máus espiritus, enterrando penas...

Ele nos pedia também dinheiro com urgência para regularisar os titulos de propriedade dos territorios dos ancestros, antes que fossem apanhados na proxima audiencia por colons, metises e muitos outras mais ladrões da sua imaginação, terrenos que ele tinha hipotécado para salvar uma aldeia do ultimo desastre que tinha chegado. Entre o verão e o fim do ano 2005, enviamos mais de 10.000 dollares e até hoje, nada de justificações, o que reclamamos desde principios de 2005, sendo que estamos em possuição de todos os recibos de transferências de fundos, prova das nossas afirmações.

Um grupo visitou a comunidade e pode verificar numerosas mentiras, contradições e incoerencias entre o discurso de Tzamarenda e as acções que ele levava realmente e pode verificar os numerosos abusos de confiança cometidos por Tzamarenda. O que fez ele com os dons, estamos esperando pela resposta. O que foi claramente encontrado, é que os utilizou a fins pesoais e não como previsto a proveito do povo Shuar.

As somas recolhidas sam incalculaveis, miles e miles de dolares... O que é certo, é que se trata de uma extraordinaria vigarice internacionale, penalizando o povo Shuar e criando confusão em todos os voluntários trabalhanbdo para esta causa !

É por esta razão que o denunciamos, enviando para todos a nossa protesta. Pedimos-lheque nos enviasse o estado da utilização dos fundos que recolhe enganando o mundo enteiro e que responda ás nossas acusações frente a todos e ao povo Shuar, de quem utiliza o nome para isso.

Queremos informar o mais possivel de pessoas das actividades pouco crentes de Tzamarenda. Agradecemos que fassam seguir esta informação aos seus correspondentes, para que ninguem mais se deixe apanhar. Estamos em contacto com muitas pessoas e organizações a quem chegou o mesmo, que conhecem os actos deploraveis de Tzamarenda e que confirmam as nossas palavras. Encontraram AQUI entre outros testemunhos, o da Teresa Shiki da Fondação OMAERE, do Parque Ethnobotanico de Puyo Pastaza.

Obrigada pela vossa atenção.

Atensiosamente.

Isabel Milheiro,

+33 674.244.233 - mpmi@libertysurf.fr

Ex Secretária da Associação Tzamarenda de Chambly 60230 France.

 

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Mots clefs : Tzamarenda - UNCIA - YAMI - Yawints - Shuar - Mura - Washints - Jivaros

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